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Informações para Turistas
Informaciones
para los Turistas
Tourist

Foto: Denise Videira
A ACELBRA-RJ apoia
esse projeto:

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Documento conjunto elaborado pela
Sociedade Brasileira de Pediatria e
Associação Brasileira de Alergia e
Imunopatologia :
Consenso Brasileiro sobre Alergia Alimentar - 2007:
clique aqui para ler |
Alergia
Alimentar
Causará
provavelmente surpresa saber que as verdadeiras alergias
alimentares são responsáveis por menos de 50% dos casos de
urticária, asma, diarreia e outros sintomas que habitualmente
lhes são atribuídos. isto deve-se ao fato de mais de metade
destes sintomas serem realmente causados por intolerância
alimentar
A
alergia alimentar e a intolerância alimentar são muitas
vezes confundidas porque produzem frequentemente o mesmo tipo
de sintomas. Biologicamente, contudo, o modo como produzem
estes sintomas é, na verdade, muito diferente.
As
alergias alimentares são designadas por reações de
hipersensibilidade",
Nas
verdadeiras alergias alimentares, o sistema imune do organismo
reage a determinados alimentos como se fossem potencialmente
perigosos. Para se defenderem destes invasores, as células do
sistema imune produzem moléculas chamadas
"anticorpos". Infelizmente, esta reação incita
outras células especializadas, os mastócitos, a libertar uma
substância chamada "histamina". É a histamina que
provoca os sintomas alérgicos.
A
circunstância de uma pessoa desenvolver ou não uma alergia
alimentar depende de diversos factores, por exemplo, uma herança
genética, a idade, os hábitos alimentares e, por vezes, as
consequências de doenças infecciosas.
INTOLERÂNCIA
ALIMENTAR
A
intolerância alimentar depende de mecanismos que não
envolvem anticorpos:
•
Num caso, determinados componentes ou aditivos dos alimentos
actuam diretamente sobre os mastócitos, levando‑os a
libertar histamina.
•
Noutro caso, determinadas substâncias causadoras de sintomas,
chamadas "mediadores" (tiramina, serotonina,
dopamina, etc.), existem já nos alimentos quando estes são
ingeridos.
Sintomas
Os
sintomas de alergia alimentar e de intolerância alimentar são,
muitas vezes, idênticos e, por isso, frequentemente
confundidos.
Clinicamente,
os mais importantes sintomas comuns a ambas as situações
envolvem a pele, o trato gastrintestinal (sistema digestivo)
e o trato respiratório. Adicionalmente, a intolerância
alimentar causa, muitas vezes, cefaleias, dores nas articulações,
fadiga e mal‑estar geral.
Tratamento
O
meio mais eficaz de tratar uma alergia ou uma intolerância
alimentares consiste em eliminar da dieta a substância
responsável. Porém, isto é mais fácil de dizer do que de
fazer.
Primeiro,
é necessário identificar a substância. Muito do que hoje em
dia comemos é de fabrico industrial;
alguns
alimentos são complexos e podem conter diversas substâncias
causadoras de sintomas.
Em
segundo lugar, é necessário excluir essas substâncias da
dieta. No entanto, como são tão utilizadas nos alimentos de
fabrico industrial modernos, o processo pode revelar‑se
muito difícil sem o recurso a um especialista... e a força
de vontade para seguir o seu conselho durante anos ou, talvez,
a vida inteira.
Se
novos hábitos alimentares se demonstram, só por si,
insuficientes, a terapêutica farmacológica (medicamentos)
pode ser a resposta. Esta terapêutica deve visar:
•
Bloquear o efeito prejudicial da histamina;
•
ou impedir os mastócitos de libertarem histamina e outros
mediadores.
A
terapêutica farmacológica ideal deverá atingir estes dois
objetivos.
Muitos
alimentos vulgares são responsáveis por uma verdadeira reação
alérgica ou por uma reação de intolerância alimentar.
Alguns alimentos podem, na verdade, provocar reacções alérgicas
e reações de intolerância alimentar ao mesmo tempo.
ALIMENTOS
QUE PROVOCAM REAÇÕES ALÉRGICAS
os
alimentos alergénicos mais comuns são: maças, nozes,
tomates, leite, ovos, espinafres, uvas, bananas, amendoins,
cacau, mariscos, moluscos, soja, peixe e galinha.
ALIMENTOS
QUE PROVOCAM REAÇÕES DE
INTOLERÂNCIA
•
Os alimentos que atuam diretamente nos mastócitos e
provocam libertação de histamina são: chocolate, tomates,
espinafres, morangos, ovos, peixe, mariscos, ananás e
especiarias (canela).
•
Os alimentos que contêm histamina e outros mediadores
causadores de sintomas são: chocolate, tomates, espinafres,
morangos, mariscos, ruibarbo, queijo, arenque, bananas,
cavala, bacalhau, pimenta, nozes, vinho, couve fermentada e
atum.
Além
disso, muitos alimentos contêm corantes, aromatizantes,
conservantes, etc., que podem também causar sintomas de
intolerância alimentar. Os corantes são: E 102, E 107, E
110, E 122, E 123, E 124, E 128 e E 15 1. Os aromatizantes são:
cinamato (canela), anetol (alcaçuz), baunilha, eugenol
(cravinho) e mentol. Os conservantes são: E 2 10, E 219, E
200, E 203. Os antioxidantes são: E 311, E 3 20 e E 32 1. Os
aromatizantes são: E 620, E 624, E 626, E 629, E 630 e E633.
www.imunoalergologia.com |
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Clique
em Alergias
- artigo publicado em Portugal
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Produtos de Higiene
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lista de ingredientes que
contém trigo ou
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( para pessoas que
apresentam reação alérgica na pele ao trigo e glúten)
Clique Aqui
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Alergia Alimentar
e Intolerância Alimentar.
Qual é a Diferença?
Muitas pessoas confundem alergia
alimentar com intolerância alimentar. Se você não sabe o que
as diferenciam, leia o texto a seguir e descubra o que acontece
em cada uma delas.
A Alergia Alimentar
ocorre quando o sistema de defesa do organismo (sistema imune)
acredita que uma substância alimentar inofensiva para o
organismo é perigosa. Assim, no instante em que o indivíduo
ingere o alimento, o sistema de defesa começa a
"bombardear" o corpo com substâncias químicas que causam
vários sintomas de alergia (dor abdominal, vômito, diarréia,
urticária, asma, tosse) e que podem afetar o sistema
respiratório e digestivo, a pele ou o sistema cardiovascular.
Foi observado que o maior número
de casos está presente na lactância seguida pela
infância e pelos adultos.
Os alimentos freqüentemente
envolvidos na alergia alimentar são os que possuem alto
teor de proteína, principalmente os de origem vegetal e
marinha. Entre os alimentos que apresentaram reações alergênicas
encontram-se o milho, arroz, centeio, nozes, camarão,
mariscos, peru, carne de porco e bovina, banana, abóbora e
batata.
Os principais fatores
relacionados à alergia alimentar são: hereditariedade,
exposição ao alimento, permeabilidade gastrointestinal e
fatores ambientais que podem acentuar os sintomas da
alergia.
Na Intolerância Alimentar
ocorre reações adversas que são ocasionadas pelos alimentos,
mas que não envolve o sistema de defesa (sistema
imune). A intolerância mais comum é a do leite
que é provocada pela falta da enzima lactase
responsável pela digestão do açúcar presente no leite
(lactose). Apesar de apresentarem causas distintas, os sintomas
presentes na intolerância alimentar são os semelhantes ao da
alergia alimentar.
Entre as substâncias que
foram relacionadas com intolerância estão os conservantes,
intensificadores de sabor, corantes, antioxidantes, ausência de
enzimas.
Para o diagnóstico de
alergia ou intolerância alimentar deve ser feito o levantamento
do histórico familiar, descrição dos sintomas e o tempo
decorrido a partir da ingestão do alimento, lista dos alimentos
suspeitos e a quantificação do alimento para o aparecimento
dos sintomas; exame físico; diário alimentar e de sintomas;
testes bioquímicos e imunológicos, eliminação e de desafio
alimentar.
O tratamento da alergia e
da maioria das intolerâncias alimentares é com a exclusão
dos alimentos causadores ou redução da sua quantidade
na dieta. É necessário ler os rótulos dos alimentos com o
objetivo de identificar as substâncias alergênicas. Se o
alimento for retirado deve-se procurar substituí-lo por outro
fornecedor do mesmo nutriente.
http://www1.uol.com.br/cybercook/colunas/cl_ss_alergia.htm |
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As alergias e
intolerâncias alimentares
As alergias e intolerâncias
alimentares produzem sintomas semelhantes, mas envolvem mecanismos
diferentes. As alergias alimentares são causadas pelo sistema imune,
que reage de maneira anormal ao alimento. A maioria dos alimentos pode
desencadear uma resposta alérgica, mas a preparação, o cozimento e a
ação do ácido digestivo e das enzimas destroem este potencial.
Quando o sistema de
defesa do seu corpo encontra uma substância potencialmente danosa, ele
responde com uma reação imunológica. Esta libera histamina e outras
substâncias na sua circulação, causando coceira na pele e alterações
dos vasos sangüíneos. Em casos sérios, essa reação pode levar a uma
queda rápida da pressão arterial e a uma reação dramática,
potencialmente fatal, conhecida como choque anafilático, que pode
interferir na capacidade da pessoa respirar. Estas substâncias também
causam constrição dos brônquios pulmonares.
As intolerâncias
alimentares não envolvem uma reação imunológica. Alguns dos
mecanismos envolvidos não são completamente compreendidos. Reações
de intolerância alimentar incluem:
- Liberação não-alérgica de
histamina. Os mariscos e os morangos causam esta reação em
alguns indivíduos, que geralmente desenvolvem a erupção cutânea.
- Defeitos nas enzimas. Indivíduos
com uma deficiência de lactase, por exemplo, não podem digerir o
açúcar do leite, lactose. O tratamento consiste de uma dieta com
pouco leite e laticínios.
- Reações farmacológicas.
Estas ocorrem em resposta a componentes alimentares, como as
aminas. As aminas são encontradas em alimentos que contêm nitrogênio
(por exemplo, aminoácidos em alimentos como chá, café, bebidas
de cola e chocolate). Os efeitos podem ser desencadeados por
pequenas quantidades do alimento e incluem enxaqueca, tremores,
sudorese e palpitações, que podem ser alarmantes.
- Efeitos irritantes. Alimentos
como o curry podem irritar o intestino. O glutamato monossódico
pode causar uma doença conhecida como a síndrome do restaurante
chinês, que resulta em dor no peito, palpitações e fraqueza.
Tratamento dietético
Qualquer indivíduo com
suspeita de ter uma alergia alimentar deve ser diagnosticado e tratado
por um médico e um nutricionista. O diagnóstico geralmente se baseia
na eliminação de possíveis alérgenos, substâncias que causam uma
reação alérgica, da dieta. A dieta de eliminação é, algumas
vezes, baseada nos poucos alimentos que não têm chance de causar uma
reação alérgica. Esta dieta limitada é muito rigorosa e difícil
de ser seguida.
À medida que cada
alimento é gradualmente reintroduzido na dieta, um nutricionista
avalia qual deles é responsável por cada sintoma. Este processo
exige uma monitoração cuidadosa. Não é seguro tentar excluir
alimentos suspeitos da sua dieta por conta própria. Se for necessário
usar uma dieta muito restritiva, há risco de deficiências
nutricionais aparecerem, a menos que seja cuidadosamente controlada.
Isto é especialmente importante para crianças, que precisam de um
suprimento adequado dos nutrientes certos para crescer normalmente e
manter uma boa saúde. O perigo da anafilaxia, ou outras reações
graves, associadas ao diagnóstico de alergias alimentares, significa
que o nutricionista deve trabalhar de maneira integrada com os colegas
médicos.
Prevenindo as alergias alimentares
Algumas alergias
alimentares são herdadas ou podem estar relacionadas com a sensitização
ocorrida no útero ou nos primeiros meses depois do nascimento.
Eczema atópico
O eczema atópico afeta
crianças com uma história de alergias, incluindo a febre do feno e a
asma, e foi relacionada com alergias alimentares. Algumas pessoas
sugeriram que mulheres grávidas ou em amamentação devem mudar suas
dietas para reduzir ou prevenir o risco de que seus filhos desenvolvam
alergias alimentares. Mães de crianças com risco de desenvolverem
eczema atópico (o tipo que é hereditário e que freqüentemente
aparece junto com a asma) deveriam tentar evitar alimentos altamente
alergênicos, como o leite e os produtos derivados, nozes, ovos e
sementes de soja. Pode também valer a pena atrasar a introdução de
cada um destes alimentos para as crianças até que estejam com oito
meses de idade. O leite materno parece dar alguma proteção, mas
ninguém sabe ao certo se o leite de vaca tem algum papel
desencadeador de alergias.
| Intolerância
à lactose |
| Indivíduos com deficiência de
lactose devem evitar os produtos listados abaixo. Vários
produtos e leites com lactose reduzida estão disponíveis
comercialmente. |
- Leite de vaca, cabra e
carneiro.
- Derivados de leite, como
queijos e leite desnatado.
- Derivativos do leite freqüentemente
usados na produção de alimentos, como a caseína e o soro
de leite hidrolisado.
- Alimentos como cubinhos de
caldo (de carne, por exemplo) e torradas, que freqüentemente
contêm soro de leite.
- Medicações que usam
derivados de leite para preenchimento.
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Alergia a nozes
Os amendoins são a
causa mais comum das reações alérgicas graves (algumas vezes
fatais), conhecidas como anafilase. Geralmente necessita-se de
cuidados médicos imediatos, embora algumas pessoas que conhecem a sua
alergia levem consigo comprimidos que neutralizam a resposta do
organismo. Nem todos os que têm alergia a amendoins apresentam uma
reação alérgica tão dramática e rápida.
Estudos recentes
demonstraram que a alergia ao amendoim é mais comum do que
anteriormente imaginado e parece estar aumentando. Isto pode estar
relacionado ao fato de que mulheres freqüentemente comem quantidades
maiores de amendoins e de produtos que contêm óleo de amendoim
quando estão grávidas ou amamentando. Alergias a amendoim e outras
nozes podem ser herdadas, por isso todas as mulheres com uma história
familiar deste tipo de alergia devem evitar estes alimentos durante a
gravidez e amamentação.
Hiperatividade
O elo entre crianças
hiperativas e aditivos nos alimentos foi sugerido pela primeira vez na
década de 70 e, desde então, recebeu apoio popular. Alguns
cientistas descobriram que o comportamento destas crianças melhora
quando alguns alimentos são retirados da dieta. Estes incluem o
leite, os ovos, o trigo, as nozes, os corantes e os conservantes como
tartrazina e ácido benzóico. Existe uma relação entre alimentação
e hiperatividade em uma minoria das crianças, principalmente naquelas
com condições alérgicas como asma e eczema. Contudo, não há evidências
definitivas de que algum alimento seja responsável por desencadear o
comportamento da maioria das crianças hiperativas.
História de Caso:
Doença celíaca
Margaret estava
apresentando fraqueza, perda de peso, dor abdominal e diarréia, com
fezes volumosas de cheiro mim, que não iam embora com a descarga. Os
exames de sangue revelaram que ela estava anêmica, com deficiências
de ferro e folato. Uma amostra de tecido do seu jejuno (intestino
pequeno) indicou que a parede intestinal era reta, com poucas das
protusões características chamadas vilos.
Margaret tinha uma doença
chamada doença celíaca. A parede do seu intestino estava reagindo ao
glúten, um constituinte do trigo, como se fosse tóxico. O glúten
faz com que produtos com trigo como bolos e pão cresçam. O
achatamento dos vilos indicava que Margaret não podia absorver os
nutrientes adequadamente, resultando em perda de peso e deficiências,
causando anemia e diarréia. As fezes volumosas e repugnantes eram
causadas por uma impossibilidade de absorver a gordura adequadamente.
Elas não iam embora com a descarga por terem muita gordura.
O médico de Margaret
prescreveu ferro e suplementos de folato para curar a anemia e a
encaminhou para um nutricionista especializado em problemas
gastrointestinais. Ela iniciou uma dieta sem glúten, evitando todos
os alimentos que contêm trigo, centeio ou cevada. O nutricionista
disse a Margaret que nem todos concordam com a necessidade de se
evitar a aveia, mas sugeriu que ela fizesse isso em princípio. Mais
tarde ela reincluiu a aveia no menu para ver se os sintomas
reapareciam. Uma dieta sem glúten não é fácil de ser seguida
porque produtos como farinha são incluídos em muitos produtos
alimentares como um agente engrossante. Mesmo pequenas quantidades de
glúten podem causar problemas para os pacientes celíacos. Margaret
descobriu que era essencial ler os rótulos dos alimentos e obter
listas de alimentos sem glúten. O seu clínico-geral pode prescrever
produtos sem glúten. Os sintomas de Margaret levaram vários meses
para melhorar. Ela deve permanecer em dieta pelo resto da vida para
atingir um alívio permanente dos seus sintomas.
História de Caso:
Intolerância à lactose
Ken foi admitido em uma
unidade especializada em nutrição, porque estava gravemente obeso.
Ele foi avaliado para um tratamento controverso que envolvia amarrar a
mandíbula com arame para que sua boca só pudesse abrir um pouco. Ken
nunca tinha gostado muito de leite, mas estava resignado ao fato de
que, se ele tivesse suas mandíbulas amarradas, o leite se torraria um
componente importante da sua dieta. Decidiu-se prosseguir com o
tratamento. Sob supervisão médica, Ken iniciou uma dieta baseada em
leite integral. Logo depois, ele apresentou náusea, distensão do abdômen,
dor abdominal e diarréia. Descobriu-se que Ken tinha intolerância ao
açúcar do leite, a lactose. O nutricionista planejou uma outra dieta
para Ken, baseada em produtos fermentados do leite , como o iogurte.
Pontos centrais
- As alergias aos alimentos envolvem reações
imunológicas; as intolerâncias aos alimentos envolvem vários
mecanismos não-imunológicos diferentes, alguns dos quais não são
completamente compreendidos.
- Nunca coloque seu filho numa dieta
restritiva antes de obter orientação especializada mesmo que você
suspeite de uma alergia, não importa quão leves os sintomas.
Fonte: Guia da Saúde Familiar
- revista ISTOÉ - Volume 16 - 03/2002
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