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 Rod. Ademar Gonzaga, 1346 Itacorubi - Florianópolis - SC CEP 88034-001

TEL (48) 3721-5391 

(48) 3721-5392 

FAX (48) 3334-2047

 

 

Food Intelligence - SP

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LABORATÓRIO DE ANÁLISE DE ALIMENTOS LTDA

Rua Pássaros e Flores, 141 Bairro Jardim das Acácias

São Paulo - SP

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Tel (11) 5049.2772

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Alerta para dieta sem glúten

 

 

Por: Dra Noadia Lobão – Nutricionista Funcional

 

Pessoas com doença celíaca ou sensibilidade ao glúten não devem ingerir o glúten encontrado no trigo, centeio, aveia e cevada. Para essas pessoas, seguir uma dieta livre de glúten é necessário e benéfico do ponto de vista nutricional e médico.

 

Comer  quantidades ínfimas de  glúten pode desencadear nos celíacos  danos no revestimento do intestino delgado.  A grande maioria dos celíacos permanece sem diagnóstico porque os sintomas podem variar ou parecer com os de outras doenças.

 

Os sintomas geralmente incluem inchaço, gases, diarréia, constipação, aftas e enxaqueca, assim como a osteoporose precoce. Pessoas com doença celíaca também sofrem de fadiga crônica, dores ósseas e articulares, aumento de peso, problemas neurológicos, altas taxas de erupções na pele, problemas de fígado, diabetes, infertilidade em homens e mulheres, abortos de repetição e cânceres, incluindo o linfoma.

 

Segundo a revista  Archives of Internal Medicine Clinical Gastroenterology and Hepatology, os casos de doença celíaca aumentaram em  400% nos últimos 50 anos. Existem indícios mostrando que a sensibilidade ao glúten pode afetar até 10% da população.

 

Raquel Benati (ACELBRA-RJ) vem alertando sobre a necessidade de se incluir o exame antitransglutaminase  IgA  no rol de exames iniciais que são pedidos aos pacientes, dentro do atendimento de nutrição, pois  tem aumentado o número de diagnósticos de doença celíaca entre obesos.

 

Tatiana Sudbrack da Gama e Silva e Tania Weber Furlanetto fizeram, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, um trabalho de revisão sobre o diagnóstico de doença celíaca em adultos. Nesse artigo as pesquisadoras afirmam que uma das causas de exames falso-negativos é a restrição de glúten na dieta ANTES de se iniciar a pesquisa, por isso, a investigação diagnóstica deve ser realizada na vigência de dieta com glúten.  O artigo foi publicado na Revista da Associação Médica Brasileira em 2010.

 

Raquel compartilha da tese acadêmica e afirma que: “Fazer os exames sorológicos e a endoscopia com biopsia  depois de já iniciada uma dieta sem glúten dificulta muito o dignóstico, pois os exames podem dar resultados falso-negativos ou inconclusivos. Existem  pessoas que precisam voltar a ingerir grandes quantidades de glúten por meses para que os exames sorológicos positivem, o que ocasiona grau elevado de atrofia das vilosidades  do intestino delgado e sequelas às vezes irreversíveis. A celíaca é uma doença autoimune e por isso mesmo exige ações específicas, como o rastreio entre os parentes de 1º grau, o acompanhamento de saúde feito por equipe multidisciplinar  e uma adesão 101% à dieta sem glúten por toda a vida. Não é uma dieta da moda ou para se fazer por alguns meses e depois voltar a consumir glúten, mesmo que com moderação. Se alguns celíacos já não conseguem seguir a dieta corretamente, imagine uma pessoa que não tem  diagnóstico confirmado - a dúvida será o principal motivo para que ela não siga o tratamento."

 

O alerta é para que os nutricionistas que prescrevem uma dieta isenta  de glúten peçam previamente o exame acima citado,  já que é  muito importante que qualquer pessoa saiba, ANTES de iniciar a dieta sem glúten, se tem doença celíaca.

 

Dra Noádia Lobão - Nutricionista Funcional

Rio de Janeiro - dezembro de 2010

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                                                                                                                                Última atualização: 12 julho, 2014