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Informações: Tem
uma pequena parte c/ alguns esclarecimentos sobre
doença celíaca e o
restante são receitas
Informações:
Tem uma parte com aspectos cognitivos, afetivos e estruturais da convivência
com a doença celíaca e o restante são receitas com a composição química
das preparações
Informações: receitas para 3 grupos de alérgicos: a lactose, a glúten e a ovo, separadamente
Informações: receitas para 3 grupos de alérgicos: a lactose, a glúten e a ovo, separadamente.
Informações:
é destinado às pessoas que
sofrem de intolerância ao glúten. Este é o primeiro manual do gênero
no país, pois agrega em suas páginas não só informações sobre a
doença, mas também sobre os problemas associados, se o tratamento não
for seguido (osteoporose, diarréia, anemia). O Manual conta com 20
receitas testadas, todas com descrição de valor calórico e
nutrientes.
Informações: Aninha Comas, a
pioneira da moderna cozinha prática e sofisticada, reúne neste livro 100 das
suas receitas com o cereal mais importante da alimentação brasileira: o arroz.
Branco ou integral, como prato principal ou acompanhamento, salgado ou doce,
soltinho ou como risoto, com ingredientes frugais ou requintados, Aninha ensina,
de um modo fácil, as mais variadas maneiras de preparar e degustar o arroz.
Informações: Helga Litz tem uma pessoa celíaca em sua família e ao longo de alguns anos vem colecionando e testando receitas sem glúten, aprovada por todos.
Edição esgotada
Livros publicados fora do Brasil
EPILEPSY AND OTHER NEUROLOGICAL DISORDERS IN COELIAC DISEASE. G GOBBI, F. ANDERMANN, S. NACCARATO & G BANCHINI, editors. Um volume (17,5x24,5 cm) encadernado, com 378 páginas. ISBN 0 86196 537 X. London, 1997: John Libbey & Co Ltd. (13 Smiths Yard, Summerley Street, London SW18 4HR, England, UK).
Trata-se de um livro que surgiu a partir de um simpósio realizado em San Marino em que foram analisados os aspectos neurológicos da doença celíaca (DC). Os capítulos, escritos por diferentes autores, relatam na maioria das vezes os resultados de estudos multicêntricos, e mais raramente revisões da literatura, em relação aos vários 518 Arq Neuropsiquiatr 1998;56(3-A) aspectos neurológico e psiquiátricos da DC. O livro consta, além da introdução, de nove partes, cada uma delas com 3 a 8 capítulos, referentes a assuntos específicos. A introdução faz uma análise histórica, com descrição cronológica sobre a doença e seus vários sintomas. A parte I, capítulos 1 ao 5, é uma visão geral sobre a DC. Inicialmente discutem-se as características clínicas e biológicas da intolerância ao glúten e descrevem-se as diversas apresentações da doença, ressaltando-se a ocorrência frequente das formas silenciosa e latente. Em seguida são apresentados os sintomas não gastrointestinais, desde o mais frequente (dermatite herpetiforme) aos menos frequentes e aos duvidosos, mencionando ainda os neurológicos. Existe ainda um capítulo interessante sobre a evolução dos hábitos alimentares do homem que, com a evolução, mudou de caçador para fazendeiro e como o glúten passou a integrar a dieta de alguns povos. Finalmente, são mostrados alguns aspectos quanto a incidência da doença em especial no Sul da Índia e em San Marino. A parte II, capítulos 6 ao 9, analisa os aspectos fisiopatológicos da DC, incluindo os aspectos neurológicos. Esta parte inicia-se com um análise dos erros inatos do metabolismo a partir da compreensão do papel da deficiência da vitamina B12 e do folato sobre o sistema nervoso, questionando a relação da deficiência de folato com as calcificações da DC. Em seguida são muito bem discutidos os aspectos genéticos e imunológicos da doença, estes últimos tanto em relação aos sintomas gastrointestinais como aos sistêmicos e também em relação ao sistema nervoso. A parte III, capítulos 10 ao 14, diz respeito à relação entre epilepsia e DC. Inicialmente são amplamente discutidos os diversos aspectos clínicos da epilepsia como tipo de crise, gravidade, evolução, resposta às drogas antiepilépticas e as dietas. Observa-se ainda a possibilidades de ocorrência três tipos de pacientes: com DC, epilepsia e calcificações; com DC, epilepsia mas sem calcificações; com epilepsia e calcificações mas sem DC. Cada um destes grupos é analisado com detalhe, surgindo discussões interessantes quanto à possibilidade dessas associações ocorrerem ao acaso, ou constituírem apresentações de uma mesma doença, ou ainda refletirem uma predisposição genética aos diversos sintomas. No capítulo 14 é referida a experiência da Argentina com epilepsia, calcificações e DC. A parte IV, capítulos 15 ao 17, mostra a frequência da epilepsia nas diversas apresentações clínicas da DC e a frequência da DC em epilepsia. Destaca-se nesta parte o capítulo 17 em que os autores além de discutirem a prevalência de calcificações e epilepsia na DC, relembram o quadro clínico e radiológico, destacando o diagnóstico diferencial com a síndrome de Sturge-Weber. A parte V, capítulos 18 ao 21, procura estabelecer as relações etiopatológicas entre a epilepsia e a DC. Se por um lado parece claro a relação entre as crises e epileptogenicidade da área occipital bem como a uma suscetibilidade geneticamente determinada pelo complexo HLA, por outro lado fica difícil de entender o porquê do envolvimento seletivo do lobo occipital, embora várias hipóteses sejam aventadas. A parte VI, capítulos 21 ao 24, está voltada para o estudo do diagnóstico diferencial com outras patologias que cursam com epilepsia e calcificações cerebrais, em especial as neuroectodermoses e entre elas a síndrome de Sturge-Weber (com e sem angioma cutâneo) e a esclerose tuberosa. Finalmente, nesta secção são relatados os achados neuropatológicos referentes a dois pacientes submetidos a cirurgia de epilepsia que, embora ainda insuficientes, permitem estabelecer algumas diferenças em relação à síndrome de Sturge-Weber. A parte VII, capítulos 25 ao 27, demonstra os achados neurorradiológicos. São referidos inicialmente as imagens de tomografia computadorizada e ressonância magnética, ressaltando-se as diferenças em relação à síndrome de Sturge-Weber. Os estudos de fluxo sanguíneo cerebral com SPECT demonstram, em todos os pacientes, hipoperfusão occipital que por vezes se estende a áreas próximas, estabelecendo melhor correlação clínica. As imagens do metabolismo cerebral através do estudo de PET são referidas em relação à síndrome de Sturge-Weber. A parte VIII, capítulos 28 ao 33, estuda os distúrbios psiquiátricos associados à DC como depressão, autismo e esquizofrenia. Nesta parte discute-se ainda o possível envolvimento dos neurotransmissores na patogenia do autismo e dos derivados peptídeos dos alimentos nas doenças do sistema nervoso. A parte IX, capítulos 34 ao 41, diz respeito aos distúrbios neurológicos descritos na DC. Inicialmente são apresentados dados da literatura quanto aos principais sintomas neurológicos e psiquiátricos, as possíveis etiologias, a patologia e o tratamento deste sintomas na DC. A seguir discutem-se os aspectos clínicos e patogênicos lembrando que os sintomas neurológicos geralmente iniciam-se após os distúrbios gastrointestinais e ainda a possibilidade de que alguns dos sintomas menos frequentemente descritos possam constituir associações ao acaso. Finalmente são discutidos, especificamente, a ataxia mioclônica progressiva, a demência, as neuropatias periféricas, as desordens musculares e os distúrbios cognitivos nos pacientes com DC. No final do livro encontra-se um “adendum” em que são apresentados os resumos de 25 trabalhos diversos, sobre aspectos dos distúrbios neurológicos em relação à DC.
MARIA LUÍZA GIRALDES DE MANREZA |
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